Estudar compensa: A taxa de desemprego em Portugal tem aumentado mais para quem tem menos estudos
Jan05

Estudar compensa: A taxa de desemprego em Portugal tem aumentado mais para quem tem menos estudos

Dados da PORDATA revelam que a taxa de desemprego em Portugal tem aumentado mais para quem tem menos estudos, e daí a conclusão que Estudar compensa!   Entre os anos de 1998 e 2015, a taxa de desemprego total aumentou de 4.9% para 12.4% (tendo atingido o máximo de 16.2% no ano de 2013). Mas, os dados da PORDATA revelam que o aumento variou de acordo com o nível de escolaridade, senão vejamos: Desempregados sem instrução aumentaram 10,6% (de 2.6% para 13.2%) Desempregados com o ensino básico aumentaram 8.1% (de 5.1% para 13.2%) Desempregados com o ensino secundário e pós-secundário aumentaram 7% (de 6.9% para 13.9%) Desempregados com o ensino superior aumentaram 5.8% (de 3.4% para 9.2%) Analisando estes dados verifica-se que a taxa de aumento do desemprego diminui à medida que o nível de escolaridade aumenta. Por vezes ouvimos comentários de pessoas dizendo que hoje em dia não vale a pena estudar, que os filhos andam tantos anos a estudar e depois não arranjam emprego, etc, etc. – mas a verdade dos fatos é que se as pessoas não apostarem na sua formação a probabilidade de não arranjarem emprego é ainda maior. Além disso, as constantes inovações e evoluções tecnológicas estão a mudar o mercado de trabalho, e no futuro haverão cada vez menos postos de trabalho para pessoas com baixas qualificações, por isso não caia na asneira de pensar que não vale a pena estudar. Investir na sua formação (e/ou na formação dos seus filhos) é investir no...

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Portugal é um dos piores países em termos de % da população com o Ensino Secundário concluído
Abr06

Portugal é um dos piores países em termos de % da população com o Ensino Secundário concluído

De acordo com dados de 2014 da PORDATA, em Portugal apenas 43,3% da população (com idade entre 25 e 64 anos) tem o Ensino Secundário concluído, o que coloca Portugal no penúltimo lugar do ranking (dos países da Europa). De salientar ainda que Portugal está muito abaixo da média dos países da UE a 28 que é de 76%. NOTA: Em 1992, apenas 19,9% da população portuguesa tinha o Secundário completo. A liderar este ranking encontra-se a Lituânia com 93,3%!!! Analisando os dados de Portugal por sexo verifica-se que as mulheres levam vantagem: % de homens com o Ensino Secundário concluído – 38,8% % de mulheres com o Ensino Secundário concluído –...

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Cursos com Maior Empregabilidade em Portugal
Nov18

Cursos com Maior Empregabilidade em Portugal

Chegar aos 18 anos e ver o ensino secundário a chegar ao fim, só pode significar uma coisa: vem aí o futuro e há que escolher o que fazer, seguindo ou não o caminho do ensino superior. Antes de ingressar na universidade, cada jovem tem de escolher o que quer fazer. Esta não pode ser uma decisão escolhida com leviandade porque escolher o curso determina escolher uma área profissional que pode, na maioria das vezes, ser a área profissional que alguém escolhe para a sua vida inteira. Na prática, nenhum curso ou profissão são para a vida, mas há que fazer uma boa escolha e determinar o que pode ou não ser bom para o futuro. Atualmente, a oferta de áreas de estudo é muito vasta e nem sempre os cursos têm as saídas profissionais que muitos jovens ambicionam, por diferentes razões: mercado lotado, cursos pouco especializados ou falta de saídas profissionais. Na hora de preencher a candidatura da universidade, cada futuro aluno deve repensar a sua escolha e perceber quais são os melhores cursos e as melhores universidades. Cursos com Maior Empregabilidade em Portugal Atualmente as ciências são a opção certa na hora de assinalar o curso a escolher. Seja na área da saúde ou da informática, existe sempre um mercado pronto para receber novos trabalhadores. Em áreas profissionais mais especializadas, também é mais fácil encontrar emprego quando se acaba a formação. Cursos nas áreas de restauração, cozinha e indústria acabam sempre por ter maiores perspetivas de emprego. O que não falha em primeiro lugar é mesmo Medicina. Em Portugal, é certo que, por enquanto, quem tira este curso, consegue arranjar emprego de forma rápida. Todas as universidades portuguesas onde existe este curso registam empregabilidade a quase 100%. Entre outros cursos com desemprego zero estão também Física, Ambiente e Eletrónica. Mais precisamente, os cursos de Ambientes Naturais e Eletrónica e Automação, que registam taxas muito pequenas de desemprego. As áreas da saúde e dos números registam sempre maior oferta de emprego, como é o caso das Matemáticas e das Ciências Veterinárias. Existem diferentes razões para isto acontecer que não têm a ver apenas com a oferta no mercado de trabalho. Tem também a ver com a procura de cursos. Os cursos cujos exames de entrada são Matemática ou Física/ Química registam menos entradas de alunos, daí a justificação para que nestas áreas também se encontre menos desemprego. Quanto menos alunos, menor a competição no acesso ao mercado de trabalho. Há também que escolher as universidades certas quando o curso a escolher não figura nestas áreas. Medicina é excepção: seja qual for a universidade portuguesa em que este curso esteja, a taxa de desemprego dos...

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[Gráfico] Emprego por Conta de Outrem vs Nível de Ensino (Escolaridade)
Set18

[Gráfico] Emprego por Conta de Outrem vs Nível de Ensino (Escolaridade)

Muitas vezes ouço as pessoas a comentar: “Estudar para quê?” ou “Andou tantos anos a estudar e agora não arranja emprego…” Mas, e se não estudar consegue emprego? E que tipo de emprego? Eu sempre acreditei e continuo a acreditar que apostar na formação é apostar no futuro, e espero que cada vez mais pessoas pensem assim. Hoje deparei-me com um gráfico da PORDATA (pode ver abaixo) que demonstra que o mercado de trabalho em Portugal está a mudar. Como se pode verificar a % de empregados por conta de outrem com o 9º ano (ou inferior) tem vindo a diminuir há vários anos, ao passo que a % com 12º ou curso superior tem vindo a aumentar, e representa já mais de 50% do total do emprego por conta de outrem. É perfeitamente lógico que assim seja dado que as gerações mais velhas que se reformam – e que por isso saem do mercado de trabalho – têm no geral escolaridade mais baixa que as novas gerações que entram. Mas o meu ponto é o seguinte, e é dirigido sobretudo aos jovens de hoje… Os jovens que agora não apostarem na sua formação, e não obtiverem no mínimo o 12º ano ou equivalente, daqui a alguns anos serão uma minoria e certamente ocuparão os cargos mais baixos e mais mal pagos nas empresas. Repare que há apenas 10 anos atrás (em 2005), os empregados com 12º ano e superior representavam pouco mais de 30% e hoje já ultrapassam os 50%. Um aumento de cerca de 20% em apenas 10 anos. E, a manter-se este ritmo, daqui 15 anos ocuparão mais de 80% dos empregos por conta de outrem… Por isso, não se deixe ficar para trás… Aposte na sua formação! Existe uma grande oferta de cursos financiados, e por isso poderá concluir o 12º ano e ao mesmo tempo obter algum tipo de remuneração. Mas o mais importante é mesmo aumentar as suas qualificações para não ficar para trás. Para finalizar, recomendo 2 sites que divulgam ofertas de formação financiadas: > Portal Cursos Financiados: Clique AQUI e o...

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